samedi 13 septembre 2014

Amor tão grande que... não é!

Hoje, estou cheia de saudades tuas.
Numa historia que afinal não existe tens papel de protagonista. As horas parisienses foram um momento roubado à realidade e se assim é, quero sempre ser ladrão.
Faço o que nunca fiz porque não são coisas minhas, mas contigo farei sempre. Se és mentiroso, serei uma das tuas mentiras.
Estar contigo é parar o tempo mesmo se para ti sou detalhe sem realce. Pouco me importa! A historia foi mal contada desde o inicio mas fez-me sentir viva. Isso não tem preço embora seja estranho e frustrante.
Guardo intacta a memoria do que foi provado e a saudade de saber que o que foi jà não é e não serà mais.
Mas que foi bom, foi mesmo!

Se não disse nada não foi porque nada senti, se nada ou pouco mostrei não foi porque não me importo.

Guardo tudo, intacto e secreto.

... é que não tenho ninguém para pôr no teu lugar. E que te amo é a realidade que tenho que enfrentar dia apòs dia, a cada hora que tento preencher com pequenas coisas que fazem correr o tempo. E viver com isto.

Meu amor, que não posso chamar-te; Quero-te e não te posso ter, nem se fosses livre.

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