O quê que me estàs a fazer?
Nao tens o direito de me ter criado, alimentado e de me abandonares agora!
Dizes que nao podes nem queres estar dependente de nos.
Dizes que nao me queres perder, que hà um espaço que deve ser pensado para nos.
Mas o que vejo é que a tua ausencia voluntària das unicas ligaçoes que tinhamos, que tanto prezavas, que ajudaste a construir, é maldade tua porque me doi, porque é injusta.
Esquece-me se puderes, liberta-te disto se puderes
mas guarda na memoria que o mal que me fazes nem chega para que deixe de te querer!
Como é que cheguei a isto!
Nao sei como preencher este espaço que deixas vazio
Um vàcuo insuportàvel
E o pior é saber que o queres, propositadamente.
Porquê esses requintes de malvadez
tu que me dizias que de ti mal nenhum viria
E pior que o mal feito è a vontade de o fazer!
| Tao seco que quebra e no entanto a vida està là |
"Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...
E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém
também pensa em mim quando fecha os olhos,
que faço falta quando nao estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar das minhas renuncias e loucuras,
alguém me valoriza pelo que sou, nao pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo,
que abusa demais dos bons sentimentos que a vida proporciona
que dê valor ao que realmente importa
que é meu sentimento...
e que nao brinque com ele"
(M. Quintana)
(
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