Eu quero adormecer nos teus braços
esta noite, a de amanhã
e todas as outras que virão.
Sentir que estàs comigo e em mim
Sermos dois e sermos um sò.
Disfrutar o que somos
apreciar cada momento e gravà-lo
sentir as tuas mãos no corpo que te ofereço
perder-me nesse momento
para melhor te encontrar!
Tenho andado a pensar. Muito. Demasiado. Espero que destes pensamentos possam surgir verdades e certezas daquelas que me ajudarão a viver com "isto", talvez esquecer o que falta, o que doì, o que impede de avançar.
Tenho agora a certeza que não é vida nova que procuras. Aliàs penso que não procuras nada de verdade. Colhes. Vais colhendo sementes que lançaste tu proprio e delas fazes o teu jardim. Secreto. Tão secreto.
Porque não escolhes colher uma flor que seja tua. Unica. Colhes ramos que te enfeitam a vida; quando murcham, fazes outros. Não é por mal, não é defeito. E sò assim.
Não procuras substituir a flor que tens que dizes a quem quer ouvir que jà não serve. Não. Essa vais guardà-la e enganando uns e outros vais colhendo outras.
E uma maneira de ver e fazer as coisas. Não consigo aprovar!
Deixar para tràs o que jà não serve, não é desrespeitar o que houve. E guardà-lo porque foi vivido. Mas não dar à nova flor colhida o lugar que merece, isso sim é desrespeito. Sobretudo quando, sem nunca nada prometer, fazes sentir a cada uma delas que é ùnica.
Tudo isso merece transformação. Se não vier de ti, tem que vir de mim. Hà que arregaçar as mangas, hà trabalho!
| Est-ce moi ou pour moi cette fleur que tu as cueillie? |
Avoir le courage de regarder avec mansuétude tout ce qu'il y a en nous, parce que tout en nous est une matière brute qui ne souhaite que se transformer, jusqu'à ce qu'apparaisse, à travers toutes les ombres, dans une lumière toujours plus pure, l'image de ce que nous sommes dans notre vérité.
Et je veux m'endormir dans tes bras
cette nuit, celle de demain
et toutes celles qui viendront.
Te sentir avec et en moi
Etre deux et faire un seul.
Et demeurer ainsi!
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