vendredi 10 août 2012

SILENCIOS

Tenho medo desta ausência.
Das perguntas que não fazes, das respostas que não podes dar!
Vou definhando na incerteza do que està para vir
E reunindo forças para batalhar!

De onde vem esse pôr do sol que não vi contigo
enquanto espero auroras que não pudemos viver?

Vem buscar a minha mão.
Não me deixes, não me esqueças
(porque é como se me esquecesse eu mesma!)
Eu sou o que tu quiseres que eu for.
Sem ti, vou ter que me reinventar
e confesso,
nem sei por onde pegar!

Sou criação tua.
Trouxeste-me ao mundo, acendeste uma chama
Fizeste de mim um dia a nascer
Fala-me agora do que somos, do que seremos.
Diz-me para onde vamos, onde iremos
E concede ao que ainda temos o tempo que vem!                             

L'horizon existe, mais où s'arrête t'il?

Do tempo em que as flores falavam



     

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